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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Fuja do gayismo e pratique sua virilidade

“Se vc é homem homossexual e gosta de ser macho, fuja das armadilhas do gayismo” - Fraterno Viril

“Intriga e divulgação maldosa da vida alheia faz parte do cotidiano de alguns homens brasileiros que se declaram ‘gays’. Não é incomum chamarem entre si por nomes femininos. Reinam em alguns segmentos profissionais, onde criam jargões tolos utilizados posteriormente por pessoas desavisadas e fúteis. São continuamente desrespeitados e servem de caçoada generalizada. Não se emendam e orgulhosamente acham que estão sempre certos. Bravejam direitos / dignidade / respeito, mas não os praticam no dia a dia. Bebem do próprio veneno.”
Fraterno Viril.

"Concordo que seja perigoso equiparar uma relação homossexual com um casamento heterossexual. Porque então todo o sistema burguês de obrigações e o próprio conceito de propriedade viriam a baixo, a reboque."
Christopher Isherwood - entrevista dada a Winston Leyland, 1973.

“O my brothers! O my others! Tend with lovingness and laud with sparkle spurt and splash the fervor and frivolity of the god between your thighs!”
James Broughton (1913-1999).

"... a bicha privilegiada, exagerada, efeminada, mexeriqueira, rica, preocupada com a moda, dada a 'parler chiffon', e quase histérica."
Allen Ginsberg (1926-1997), entrevista dada a Allen Young, 1972.

“Se não se ama uma pessoa sexualmente, então não se ama essa pessoa.”
Gore Vidal, 1974.

“Pratique sua virilidade!”
Fraterno Viril.

“Se vc é homem homossexual e gosta de ser macho, fuja das armadilhas do gayismo.”
Fraterno Viril

"La verdad está aquí dentro, fuera sólo hay ira. Si piensas que la aventura es peligrosa, prueba la rutina. Es mortal.”
La marcha del camionero - blog.

“Toda luta é uma luta entre paus, entre sacos.”
AndroSpartan, Rio de Janeiro.

- “Evito exposição na mídia e cultuo a discrição. Proponho um retorno aos éticos e antigos valores viris, mas não bebo da fonte do autoritarismo e das ideologias de extremas direita e esquerda.
- Não sou adepto do Gayismo e sim das antigas Alianças e Tradições Viris.
- Não sou uma corrente dissidente dos Movimentos Gay ou LGBT. Respeito e reconheço a luta destes grupos em defesa de seus direitos civis.
- Não quero e não pretendo exercer qualquer tipo de liderança. Aprecio o contato, direto e franco, apenas com homens que pensem como eu. Aos demais, que sigam seus caminhos.
- Não recruto ninguém, quero qualidade e não quantidade de camaradas.
- A manutenção do equilíbrio físico - mental - espiritual é uma dura batalha a ser travada e vencida, diariamente, por homens como nós.”

Fraterno Viril.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Por que não uma fraternidade física entre nós?

 
Glória Feita de Sangue - direção: Stanley Kubrik - 1957
 
O norte-americano Jack Donovan comprou, ou locou, uma ampla área em seu estado do Oregon para vivenciar seu Ideário com seus camaradas e afins; achei a ideia extraordinária e corajosa. Acredito que o sucesso desta empreitada dependa do sigilo total e confiança entre os envolvidos e que só possa ser efetivada numa terra de democracia plena, sem desnível sócio / econômico / cultural... leia-se sem banditismo (e outros males) que infestam as brasileiras áreas urbanas / suburbanas / rurais. Esta comunidade do Donovan é baseada nas experiências germânicas pré nazismo, que sintetizei há quase 10 anos na página “Adolf Brand - Der Eigene - Männerbund - Wandervogel” deste blog.
http://www.jack-donovan.com/axis/2017/07/waldgang-journal/

A pergunta principal dos homens com quem troco fraternas ideias (via e-mail) é: por que não uma comunidade física entre nós? Envergonhado respondo: sou incompetente para agregar os caras (gentis e leais) que me escrevem; cultivo o anonimato, algo estranho nestes tempos de hiper exposição; cansei da capital do meu estado, vivo numa cidade pequena e venho à ‘cidade grande’ eventualmente.
Como nos juntar neste país com: dimensões continentais; gravíssimos problemas urbanos / infraestruturas; desníveis abissais entre seu povo; violência crescente e ilimitada? Cada núcleo regional de adeptos se reuniria como e onde? Como manter a privacidade dos participantes? Haveria segurança privada contratada? Só de pensar me dá desânimo.
Há anos tive uma página numa rede social que não vingou, pois tinha de tudo: caras sinceros adeptos de nossa causa; outros bem estranhos; alguns apenas para se exibir; muitos atrás de pica, afinal um grupo de caras (que se dizem machos e não adeptos do gayismo) é prato cheio para a viadagem reinante.
Não escondo que nestes quase 10 anos, recebi algumas mensagens duvidosas: mulheres / adolescentes / crianças se passando por um dos nossos só para tirar onda; viadinhos e bichonas se passando por machos; intermináveis cantadas e convites para fodas; sem contar os loucos / mentirosos / possíveis criminosos / imbecis / desequilibrados, afinal a web é terreno fértil para este tipo de gente. Por isto em meu blog não há espaço para ‘comentários’; aqui não é palanque para exibicionismo, quem quiser dizer algo basta me escrever que eu respondo. Também não passo a lista de meus contatos a ninguém, por respeito aos mesmos que me enviaram suas informações confidenciais.
Sou um homem corriqueiro como a maioria de vocês. Tento seguir aquilo que escrevo, mas sei o quão difícil e desanimador é para todos nós. Caso eu fosse um ‘hétero programado’, estaria no meu meio e com meus iguais. Se fosse um gay, teria pencas de viados para conhecer; lugares / viagens / cruzeiros LGBT à disposição; seria orgulhoso de minha escolha e participaria das patéticas e chatíssimas paradas gays. Mas, infelizmente, nós somos poucos e vivemos num país de 3º mundo, com todos os defeitos dos submundos.
Já que não tenho como reunir meus confrades (vontade não falta), faço minha parte escrevendo aquilo que (pretensiosamente) acredito que vá nos fortalecer. Conclamo a vocês, caros camaradas de todas as gerações, que me ajudem nesta empreitada: aqueles que gostam de escrever, abram seus blogs; os agregadores e sociáveis abram páginas em redes sociais (não só no manjado Facebook); enfim lugares na web onde possam se conhecer e difundir nossas ideias de forma discreta. Mas tudo com muita cautela, senão seremos vítimas de caçoada e críticas cruéis na mídia tomada por ‘programados e gays’. Lembrem-se que somos desconfiados por natureza, e com razão. Transcrevo 6 preceitos básicos que talvez possam ser úteis em nossas vidas (estão também na coluna vertical direita do blog).

Conduta:
1. Não se abra com qualquer pessoa; o meio de viver em segurança é a entrega a si mesmo; não se comunique facilmente.
2. Não faça violência com ninguém, pois todos se revoltarão contra você.
3. Considere o mundo um credor a quem deve moderação, compaixão e tolerância.
4. Não diga nada quando o cobrirem de injúrias; estamos fora de perigo quando nos calamos.
5. O silêncio é o ornamento e a salvaguarda da vida; é preciso, ao falar, não assemelhar-se à tempestade que a tudo destrói; nunca se viu alguém arrependido por ter-se calado, porem são muitos os que se arrependem de ter falado.
6. Cuide bem dos seus bens; se não o dissipá-lo, servirá na necessidade; não seja avarento.

Fonte: 'As Mil e Uma Noites’ - versão: Antoine Galland - apresentação: Malba Tahan

Atualmente no Brasil, somos apenas 3 homens que divulgam o ideário da Tradição Espartana e outras tradições viris:
- Ricardo Líper (nosso pioneiro):  http://www.espartano.org
- Recruta Espartano:  http://recrutaespartano.blogspot.com.br

domingo, 11 de junho de 2017

Tolkien e sua fraternidade masculina

Antigas fraternidades norte-americanas e britânicas

J.R.R. Tolkien (John Ronald Reuel Tolkien - 1892/1973) é considerado uma dos maiores escritores da língua inglesa. Entre várias e extensas obras, escreveu O Senhor dos Anéis (1954/55) e O Hobbit (1937). Transcrevo curioso texto sobre Tolkien e sua fraternidade masculina da Universidade Oxford:
“Tolkien passava a maior parte de seu tempo em um universo completamente masculino. Isto era, em parte, regido por costumes sociais da época. Homens e mulheres não casados tinham permissão para se misturar somente quando acompanhados e as poucas mulheres que estudavam em Oxford frequentavam as aulas nas faculdades exclusivas para elas, como Lady Margareth Hall e St. Hilda. Tudo isso parecia natural para Tolkien e seus amigos e, em muitos aspectos, ele estava estendendo sua adolescência livre da presença feminina, desfrutando da companhia de outros homens. É certo que Tolkien havia encontrado Edith e, sozinho em seu quarto vazio com vista para Turl Street, ainda ansiava por ela quando a agitação de uma noite de debate e bebida acabava. Mas os jovens que haviam vindo das escolas de todo o país e formado seus próprios grupos como o T.C. - B.S. queriam a companhia uns dos outros e, em suas mentes, mulheres simplesmente teriam arruinado esta dinâmica. Ao menos para Tolkien, não havia nenhum indício de homossexualidade nisso. De fato, mais tarde, ele alegou que não sabia o que era isso até ser recrutado pelo exército. Este universo completamente masculino era mais parecido com a camaradagem de meninos brincando de caubói e índio ou piratas.”
Fonte:  ‘J.R.R. Tolkien, o senhor da fantasia’ - Michael White - Darkside Books.

domingo, 9 de abril de 2017

Enfim a resposta de Jack Donovan


Demorou, mas Jack Donovan fez uma primorosa defesa de seu Ideário e respondeu às antigas acusações de ser fascista, racista, etc. Gostei do que li e recomendo atenta leitura de sua postagem.
Confesso que eu andava meio intrigado e receoso dos novos rumos do rapaz do Oregon (EUA). Se bem que textos bem escritos e argumentados costumam ter suas armadilhas, principalmente se o autor usar e abusar de: licença poética, bom humor, fina ironia e gíria regional.
Ele é uma pessoa pública, polêmica e pisa num vespeiro, portanto leva porrada de todo lado. Mas reitero que a web virou território livre de gente mau caráter e oligofrênica (imbecilizada) sem um pingo de traquejo social e cultural, que passam a vida criticando tudo e todos de forma impertinente e patética.

Why I Am Not A White Nationalist - Por que eu não sou um nacionalista branco
http://www.jack-donovan.com/axis/2017/05/why-i-am-not-a-white-nationalist/

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Feminização do homem, segundo Gore Vidal em 1973/74

Fim do ciclo viril?

Transexual e transgênero são assuntos delicados e devem ser tratados com respeito. Já a feminização e a androginia seriam fenômenos cíclicos?

Gore Vidal (1925-2012) foi um dos maiores escritores norte-americanos. Aristocrata de nascimento, ele botou o dedo na ferida do puritanismo (fundamentalismo cristão) e da hipocrisia de seu país. Não deixava pedra sobre pedra, fez e escreveu o que quis durante toda sua vida. Foi amigo e transou, segundo ele, com quase todos o caras da Beat Generation. Como todo bom intelectual, combativo e libertário, calava a boca de seus adversários com suas bem fundamentadas ideias de suas antológicas obras. Homens como ele fazem muita falta. Seguem alguns trechos de duas entrevistas dadas a John Mitzel / Steven Abbott (1973) e a Steven Abbot / Tom Willenbecher (1974):

- “Quando eu era moço, havia toda uma população flutuante de machos héteros que queriam dinheiro ou excitação ou o que fosse e davam a bunda por um certo período da vida. Depois, casavam e terminavam como trabalhadores da indústria de construção civil, bombeiros ou policiais. Pronto, a página fora virada. Agora emergiu um novo tipo, que me parece feminino: ombros macios, músculos de seda, cadeiras largas, voz estridente.”
- “Não sei se o corpo está mudando fisicamente, se alguma espécie de mutação está em curso, se a natureza não estará dizendo, pelo instinto, que não precisamos mais de bebês. Os homens estão ficando um pouco menos masculinos, e as mulheres um pouco menos femininas.”
- “Na minha mocidade, se o atleta mais formoso era ‘entendido’, todos os garotos iam para a cama uns com os outros. Se não era, os demais o imitavam e iam para a cama com as meninas. Eu desenvolvi a teoria de que os estudantes tendem a imitar as preferências sexuais do ídolo da escola.”
- “Claro que dá em passividade. Os meninos eram criados antigamente nos quintais ou terrenos baldios dos fundos das casas, jogando beisebol ou pulando muros e fazendo todas as outras coisas que meninos fazem. Agora desde pequenos vivem pregados em anúncios de televisão e comendo porcarias de lata.”
- “Conheço a mania da mídia, de rotular todo mundo. Sim, ele é a Bicha Oficial. Sim, ele é o Marxista Oficial.”
- “O intelectual é a última pessoa a querer ir para a cama. Ou o veado. A bicha nervosa.”
- “Se não se ama uma pessoa sexualmente, então não se ama essa pessoa.”
- “Sou tão promíscuo quanto posso.”