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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

domingo, 4 de março de 2018

O Código dos Homens - Jack Donovan - Editora Simonsen

Diabolus Rex, Jack Donovan, Trevor Blake - Washington, 2012

Jack Donovan (JD) é um cara que sabe das coisas. Em seu livro “O Código dos Homens”, escreveu que só há um remédio para estancar o enfraquecimento contínuo do homem contemporâneo: a formação de gangues masculinas (não em seu sentido pejorativo) com a absoluta confiança de seus participantes. Ele faz uma precisa análise das corporações militares / irmandades e fraternidades masculinas desde a Antiguidade, para defender suas ideias que começaram em seu primeiro livro ‘Androphilia, a Manifesto’ (2007) escrito com o pseudônimo Jack Malebranche. Propõe novas formas de defesa e sobrevivência num mundo hostil e violento, usando e abusando da boa e velha ‘licença poética’.
Tardiamente escrevo sobre esta obra, a 1ª de JD lançada em português (2015). Reitero que o universo do autor é o masculino habitante dos EUA / Canadá / Europa Ocidental / Austrália. A barbárie já chegou em todos os continentes, e ele é um defensor da cultura e do território físico de sua nação (EUA) com uma visão viril do século XXI: bem humorada, irônica na medida certa, distante do gayismo, feminismo e do politicamente correto. Todo cuidado é pouco ao interpretar e criticar esta obra, pois ela foi feita para homens libertários e com a mente extremamente aberta. Leiam este livro, que é agradável e útil para nós.
 
Atentem para algumas pertinentes frases desta obra literária visceral de Jack Donovan:
- “Homem não é só uma coisa em que a gente se torna; é também um modo de ser, um percurso a seguir, um modo de agir.”
- “É preciso definir seu grupo. E preciso definir quem faz parte dele e quem não faz, e identificar as ameaças latentes. É preciso demarcar e preservar uma espécie de zona de segurança ao redor do perímetro de seu grupo.”
- “A palavra ‘virtude’ vem do latim ‘virtus’. Para os antigos romanos, virtus significava virilidade, e virilidade significava valor marcial. Demonstrava virtus aquele que exibisse força, coragem e lealdade à tribo na hora de defendê-la ou de atacar os inimigos de Roma.”
- “Força, coragem, destreza e honra são as virtudes práticas de homens obrigados a confiar uns nos outros, num cenário da pior espécie.”
- “Um dos problemas com os estados assistencialistas inchados é que eles transformam todos nós em crianças ou indigentes, daí serem uma afronta e um obstáculo à masculinidade adulta.”
- “Se você for um bom rapaz, pode se enroscar na segurança uterina de seu apartamentinho de condomínio em estilo ‘soviete-nouveau’, com seus trastes confortáveis, e desfrutar de suas indulgências meticulosas, sua dieta ‘gourmet’, sua cerveja exclusiva. Pode ocupar o tempo procurando se adestrar na arte de reduzir suas emissões de carbono, ou fazer sua parte indo de bike para o trabalho, costurando displicentemente no meio de uma barragem de caminhões e de carros capazes de esmagá-lo por puro prazer.”
- “Os homens são indivíduos com interesses próprios, e não precisam que as mulheres lhes ensinem como serem homens. Os homens sempre tiveram próprio código de conduta, o Código de Gangue, e sempre tiveram um mundo à parte ao das mulheres.”
- “Pessoas com menos de quarenta anos já começam a perceber que o dinheiro que pagam à Seguridade Social não estará lá - ou não valerá mais nada - à época em que chegarem à velhice.”
- “Gangue: uma coalizão hierárquica de machos, ligados mutuamente e aliados na imposição de seus interesses contra forças externas.”
- “Passe mais tempo em contato com homens geograficamente próximos. Havendo amigos íntimos na região, cogitem em se mudar para o mesmo condomínio ou em morar a uma distância de poucos quarteirões uns dos outros.” p. 105.
- “Uma amizade sólida é como qualquer outro tipo de relacionamento: exige concessões mútuas, exige um tempo e uma história.”

 

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Tempos difíceis



Frase banal, do nosso cotidiano. Mas reitero que os tempos andam difíceis e sem perspectiva / melhora no horizonte para nós, homens adeptos da Tradição Espartana e das antigas Alianças e Tradições Viris. Os demais homens brasileiros (heterossexuais programados ou não / bissexuais / gays) tocam suas vidas e seu cotidiano comodamente, dentro dos costumes vigentes e vigilantes de nossa população.
Porem, viver dentro dos padrões dos antigos homens (Helênicos / Hérulos / guerreiros romanos devotos de Mitra / Pashtuns / Samurais / Templários / adeptos da antiga Androphilia / Hérulos / Taifalis / Celtas) é uma luta diária. Vide página ‘Tradições Viris’: http://fraternoviril.blogspot.com.br/p/tradicao-viril_3.html
Mas fazer o que: jogar a toalha, entrar no esquemão, vivenciar o que não somos? Ser um dos nossos é um caminho sem volta... portanto tratemos de ser felizes e independentes, bem preparados para o presente e o futuro, equilibrados física e mentalmente. Nossa verdade será sempre nossa bússola!
Os homens dos mais longínquos rincões de nosso país se igualam a olhos vistos, perdendo suas características culturais regionais de outrora. Vivem na mesmice com seus padrões comportamentais de sempre: ou ligados excessivamente ao futebol ou às religiões repressoras, não tem escapatória. Entre num boteco para tomar um trago, vá numa barbearia, puxe uma conversa e comprove. Homens libertários foram se exaurindo... raridade encontrar um macho libertário com boa prosa.
Infelizmente não sou líder; não sei liderar ninguém. Sei que precisamos de uma liderança (individual / grupal - regional / nacional) para que não haja dispersão de nossas idéias e de nossos adeptos. Minha colaboração se resume a este blog, que levo muito a sério desde a década passada. Peço que continuem a me escrever via e-mail, pois fico muito feliz quando recebo mensagens de vocês. Sou muito bicho do mato para tentar novamente abrir uma página em redes sociais; sem contar que não sou imediatista e juvelinista... atributos imprescindíveis na web. Caso não se responda de imediato ao cidadão, parece que há uma convulsão social. Vira e mexe, desligo meu celular e não é incomum estar em áreas rurais sem sinal de Internet - uma dádiva. Uso celular apenas para ligações, WhatsApp e olhe lá. E-mails, leitura de blogs e sites acesso apenas via PC - levo meu notebook sempre comigo.
Continuemos sempre com nossa verdade e nossos ideais!


domingo, 1 de outubro de 2017

Fuja do gayismo e pratique sua virilidade

“Se vc é homem homossexual e gosta de ser macho, fuja das armadilhas do gayismo” - Fraterno Viril

“Intriga e divulgação maldosa da vida alheia faz parte do cotidiano de alguns homens brasileiros que se declaram ‘gays’. Não é incomum chamarem entre si por nomes femininos. Reinam em alguns segmentos profissionais, onde criam jargões tolos utilizados posteriormente por pessoas desavisadas e fúteis. São continuamente desrespeitados e servem de caçoada generalizada. Não se emendam e orgulhosamente acham que estão sempre certos. Bravejam direitos / dignidade / respeito, mas não os praticam no dia a dia. Bebem do próprio veneno.”
Fraterno Viril.

"Concordo que seja perigoso equiparar uma relação homossexual com um casamento heterossexual. Porque então todo o sistema burguês de obrigações e o próprio conceito de propriedade viriam a baixo, a reboque."
Christopher Isherwood - entrevista dada a Winston Leyland, 1973.

“O my brothers! O my others! Tend with lovingness and laud with sparkle spurt and splash the fervor and frivolity of the god between your thighs!”
James Broughton (1913-1999).

"... a bicha privilegiada, exagerada, efeminada, mexeriqueira, rica, preocupada com a moda, dada a 'parler chiffon', e quase histérica."
Allen Ginsberg (1926-1997), entrevista dada a Allen Young, 1972.

“Se não se ama uma pessoa sexualmente, então não se ama essa pessoa.”
Gore Vidal, 1974.

“Pratique sua virilidade!”
Fraterno Viril.

“Se vc é homem homossexual e gosta de ser macho, fuja das armadilhas do gayismo.”
Fraterno Viril

"La verdad está aquí dentro, fuera sólo hay ira. Si piensas que la aventura es peligrosa, prueba la rutina. Es mortal.”
La marcha del camionero - blog.

“Toda luta é uma luta entre paus, entre sacos.”
AndroSpartan, Rio de Janeiro.

- “Evito exposição na mídia e cultuo a discrição. Proponho um retorno aos éticos e antigos valores viris, mas não bebo da fonte do autoritarismo e das ideologias de extremas direita e esquerda.
- Não sou adepto do Gayismo e sim das antigas Alianças e Tradições Viris.
- Não sou uma corrente dissidente dos Movimentos Gay ou LGBT. Respeito e reconheço a luta destes grupos em defesa de seus direitos civis.
- Não quero e não pretendo exercer qualquer tipo de liderança. Aprecio o contato, direto e franco, apenas com homens que pensem como eu. Aos demais, que sigam seus caminhos.
- Não recruto ninguém, quero qualidade e não quantidade de camaradas.
- A manutenção do equilíbrio físico - mental - espiritual é uma dura batalha a ser travada e vencida, diariamente, por homens como nós.”

Fraterno Viril.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Por que não uma fraternidade física entre nós?

 
Glória Feita de Sangue - direção: Stanley Kubrik - 1957
 
O norte-americano Jack Donovan comprou, ou locou, uma ampla área em seu estado do Oregon para vivenciar seu Ideário com seus camaradas e afins; achei a ideia extraordinária e corajosa. Acredito que o sucesso desta empreitada dependa do sigilo total e confiança entre os envolvidos e que só possa ser efetivada numa terra de democracia plena, sem desnível sócio / econômico / cultural... leia-se sem banditismo (e outros males) que infestam as brasileiras áreas urbanas / suburbanas / rurais. Esta comunidade do Donovan é baseada nas experiências germânicas pré nazismo, que sintetizei há quase 10 anos na página “Adolf Brand - Der Eigene - Männerbund - Wandervogel” deste blog.
http://www.jack-donovan.com/axis/2017/07/waldgang-journal/

A pergunta principal dos homens com quem troco fraternas ideias (via e-mail) é: por que não uma comunidade física entre nós? Envergonhado respondo: sou incompetente para agregar os caras (gentis e leais) que me escrevem; cultivo o anonimato, algo estranho nestes tempos de hiper exposição; cansei da capital do meu estado, vivo numa cidade pequena e venho à ‘cidade grande’ eventualmente.
Como nos juntar neste país com: dimensões continentais; gravíssimos problemas urbanos / infraestruturas; desníveis abissais entre seu povo; violência crescente e ilimitada? Cada núcleo regional de adeptos se reuniria como e onde? Como manter a privacidade dos participantes? Haveria segurança privada contratada? Só de pensar me dá desânimo.
Há anos tive uma página numa rede social que não vingou, pois tinha de tudo: caras sinceros adeptos de nossa causa; outros bem estranhos; alguns apenas para se exibir; muitos atrás de pica, afinal um grupo de caras (que se dizem machos e não adeptos do gayismo) é prato cheio para a viadagem reinante.
Não escondo que nestes quase 10 anos, recebi algumas mensagens duvidosas: mulheres / adolescentes / crianças se passando por um dos nossos só para tirar onda; viadinhos e bichonas se passando por machos; intermináveis cantadas e convites para fodas; sem contar os loucos / mentirosos / possíveis criminosos / imbecis / desequilibrados, afinal a web é terreno fértil para este tipo de gente. Por isto em meu blog não há espaço para ‘comentários’; aqui não é palanque para exibicionismo, quem quiser dizer algo basta me escrever que eu respondo. Também não passo a lista de meus contatos a ninguém, por respeito aos mesmos que me enviaram suas informações confidenciais.
Sou um homem corriqueiro como a maioria de vocês. Tento seguir aquilo que escrevo, mas sei o quão difícil e desanimador é para todos nós. Caso eu fosse um ‘hétero programado’, estaria no meu meio e com meus iguais. Se fosse um gay, teria pencas de viados para conhecer; lugares / viagens / cruzeiros LGBT à disposição; seria orgulhoso de minha escolha e participaria das patéticas e chatíssimas paradas gays. Mas, infelizmente, nós somos poucos e vivemos num país de 3º mundo, com todos os defeitos dos submundos.
Já que não tenho como reunir meus confrades (vontade não falta), faço minha parte escrevendo aquilo que (pretensiosamente) acredito que vá nos fortalecer. Conclamo a vocês, caros camaradas de todas as gerações, que me ajudem nesta empreitada: aqueles que gostam de escrever, abram seus blogs; os agregadores e sociáveis abram páginas em redes sociais (não só no manjado Facebook); enfim lugares na web onde possam se conhecer e difundir nossas ideias de forma discreta. Mas tudo com muita cautela, senão seremos vítimas de caçoada e críticas cruéis na mídia tomada por ‘programados e gays’. Lembrem-se que somos desconfiados por natureza, e com razão. Transcrevo 6 preceitos básicos que talvez possam ser úteis em nossas vidas (estão também na coluna vertical direita do blog).

Conduta:
1. Não se abra com qualquer pessoa; o meio de viver em segurança é a entrega a si mesmo; não se comunique facilmente.
2. Não faça violência com ninguém, pois todos se revoltarão contra você.
3. Considere o mundo um credor a quem deve moderação, compaixão e tolerância.
4. Não diga nada quando o cobrirem de injúrias; estamos fora de perigo quando nos calamos.
5. O silêncio é o ornamento e a salvaguarda da vida; é preciso, ao falar, não assemelhar-se à tempestade que a tudo destrói; nunca se viu alguém arrependido por ter-se calado, porem são muitos os que se arrependem de ter falado.
6. Cuide bem dos seus bens; se não o dissipá-lo, servirá na necessidade; não seja avarento.

Fonte: 'As Mil e Uma Noites’ - versão: Antoine Galland - apresentação: Malba Tahan

Atualmente no Brasil, somos apenas 3 homens que divulgam o ideário da Tradição Espartana e outras tradições viris:
- Ricardo Líper (nosso pioneiro):  http://www.espartano.org
- Recruta Espartano:  http://recrutaespartano.blogspot.com.br

domingo, 11 de junho de 2017

Tolkien e sua fraternidade masculina

Antigas fraternidades norte-americanas e britânicas

J.R.R. Tolkien (John Ronald Reuel Tolkien - 1892/1973) é considerado uma dos maiores escritores da língua inglesa. Entre várias e extensas obras, escreveu O Senhor dos Anéis (1954/55) e O Hobbit (1937). Transcrevo curioso texto sobre Tolkien e sua fraternidade masculina da Universidade Oxford:
“Tolkien passava a maior parte de seu tempo em um universo completamente masculino. Isto era, em parte, regido por costumes sociais da época. Homens e mulheres não casados tinham permissão para se misturar somente quando acompanhados e as poucas mulheres que estudavam em Oxford frequentavam as aulas nas faculdades exclusivas para elas, como Lady Margareth Hall e St. Hilda. Tudo isso parecia natural para Tolkien e seus amigos e, em muitos aspectos, ele estava estendendo sua adolescência livre da presença feminina, desfrutando da companhia de outros homens. É certo que Tolkien havia encontrado Edith e, sozinho em seu quarto vazio com vista para Turl Street, ainda ansiava por ela quando a agitação de uma noite de debate e bebida acabava. Mas os jovens que haviam vindo das escolas de todo o país e formado seus próprios grupos como o T.C. - B.S. queriam a companhia uns dos outros e, em suas mentes, mulheres simplesmente teriam arruinado esta dinâmica. Ao menos para Tolkien, não havia nenhum indício de homossexualidade nisso. De fato, mais tarde, ele alegou que não sabia o que era isso até ser recrutado pelo exército. Este universo completamente masculino era mais parecido com a camaradagem de meninos brincando de caubói e índio ou piratas.”
Fonte:  ‘J.R.R. Tolkien, o senhor da fantasia’ - Michael White - Darkside Books.